quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Besame mucho


Quando a gente acha que já viu de tudo de repente vem uma ideia inovadora.

A pintora americana Natalie Irish encontrou uma forma inusitada para produzir seus quadros: ela beija a tela!

No site http://www.natalieirish.com, há vídeos mostrando o processo.



O vídeo:

Ear Cuff


Antes usado apenas pelos punks, o ear cuff (literalmente: Algemas de orelhas), estão virando febre lá fora.

É um brinco que envolve toda a orelha e fica muito lindo! Não vejo a hora em que chegue por aqui, porque pela net tá meio salgado...


















quarta-feira, 21 de setembro de 2011

ESTILO DAS RUAS - 21/09/11

Tema da Semana: acessórios com penas.
Rasteirinha com penas de pavão e o colar de metal com penas.


It Girl mais Velha do Mundo

Engana-se quem ainda acha que a moda é voltada apenas para os mais jovens, e que com o passar dos anos não é preciso se preocupar mais com a aparência.

A norte-americana Iris Apfel, com 90 anos, é a mais nova (ou mais velha) ícone fashion da atualidade. A excêntrica Iris em sua idade avançada está no ápice de sua carreira, e prepara-se para lançar um filme com o famoso diretor Albert Maysles (reconhecido por Jean-Luc Godard como o melhor cinegrafista norte-americano, Albert foi consagrado por filmes como “Grey Gardens”, 1976, que serviu de inspiração para a coleção da Mulberry Primavera Verão 2011), revela Iris em recente entrevista ao jornal New York Times.


A originalidade de Iris, é misturar alta-costura com achados em mercados de pulgas – só que ela já fazia isso muito antes de ser considerada fashion! Entretanto, Iris vai além fazendo combinações super extravagantes que misturam texturas, cores e estampas sem se preocupar com convenções estéticas, de que período ou de onde são as peças.


Básico é uma palavra que não existe em seu dicionário. Para ela a moda tem que ser uma experiência divertida, então porquê usar apenas uma pulseira quando se pode colocar duas ou três no mesmo braço?


De acordo com o seu B a BÁ de estilo, um Dior pode viver alegremente sobreposto por um maxi-colar de uma feirinha mexicana. O objetivo é alcançar um resultado onde parece que as peças foram jogadas a esmo, mas que no entanto fica super chic.


Acima de tudo ela acredita que um estilo próprio está acima de tendências, ou seja, as peças não perdem o ‘valor’ após uma estação porque você sabe como combiná-las de forma diferente dentro do seu estilo (ela compra peças que ela gosta, e não porque estão na moda).

Iris também irá lançar agora em Setembro sua primeira coleção de jóias em colaboração com Alexis Bittar no famoso website norte-americano Home Shopping Network (HSN). As 13 peças da nova coleção incluem braceletes, colares e lenços com sua assinatura.

Para Iris “Estilo é algo intrínseco. Tem a ver com você, é parte da sua psique. Você tem que se analisar. Não importa o quão legal você seja, quem você seja, você tem que se conhecer, saber o que realmente gosta, o que não gosta, o que a faz sentir-se confortável, saber como se sente, como as pessoas vão reagir com o que usar, o quanto lhe incomoda se elas não gostarem do que você usar. É preciso pensar em todas essas coisas. Isto requer muito trabalho, e é o que as pessoas não querem ter. Se você não fizer isso, você poderá até copiar o estilo de outra pessoa, mas não será você. Não é o que você faz, mas sim a forma como faz. Claro que se usar coisas lindas, é sempre melhor”.

“Durante toda a minha vida eu tive coisas, fiz roupas e jóias. Eu costumava usar aqueles rolos de papelão, desenhá-los com canetas pretas e usar como braceletes. Eu tenho uma coleção deles. Você pode fazer coisas incríveis quando se tem criatividade”.


Iris fez seu nome no mundo da moda e arquitetura, trabalhando quando mais jovem como jornalista para a Women's Wear Daily e mais tarde como decoradora de interiores para a alta sociedade norte-americana. Ela é considerada um estilo ícone por seu gosto singular, incrível arquivo de roupas vintage de grandes designers e por sua recusa em vestir roupas sem graça, mesmo com seus 90 anos de idade.

“Eu tenho uma enorme coleção de bolsas, cintos, pulseiras e colares, pois sem eles estaria perdida. Você pode mudar totalmente o seu look substituindo um acessório por outro. Eu amo objetos de diferentes mundos, diferentes eras, combinados da minha maneira. Nunca muito sério, alcançando, espero, uma forma chic despretensiosa. Eu me apaixonei loucamente pela África e Oriente Médio. Meu gosto beira o exótico. Eu amo as cores vivas e estampas bem estruturadas”

O pai de Iris era um homem de negócios, tinha uma fábrica de vidros e espelhos, e sua mãe, nascida na Rússia, uma boutique. Iris Apfel estudou história da arte na Universidade de Nova York, e frequentou a escola de arte na Universidade de Wisconsin.


Idéia Genial do Dia - 21/09/11

Achei genial a idéia de transformar a geladeira velha numa estante de livros. Aplausos!!!

Arte em Folha Seca

Muito legal o trabalho do artista espanhol Lorenzo Duran que faz vedadeiras "esculturas" em folhas secas. Na verdade ele faz contornos de desenhos, como se fossem moldes vasados. Incrível!!!
O artista prova que qualquer material da natureza pode virar arte…

Lorenzo é autodidata e aprendeu a recortar folhas secas na tentativa e erro, ou seja, muito trabalho foi parar na lixeira antes de ele acertar a mão.

As obras de arte dele estão à venda, quem quiser é só dá uma passadinha aqui. E o melhor: entrega no mundo todo!!!





Sugestão de leitura - Viver para contar

 "A vida não é a que a gente viveu, e sim a que a gente recorda, e como recorda para    contá-la."
Assim começa Viver para contar de Gabriel Garcia Márquez. E assim começa uma viagem às suas memórias de infância e juventude. 

Comecei a ler hoje de manhã mas já espero mergulhar nessas memórias que são a base de suas histórias fantásticas sobre Macondo, Cia. Bananeira, clavicórdios e sonhos...

O livro é uma autobiografia mas parece uma de suas narrativas de ficção. Mas nem tão ficção assim! Gabo volta à origem da sua imaginação: a casa do avós em Aracataca. Pra quem já leu (e alguém não leu?) Cem anos de solidão, o livro é uma revelação. 

Um exemplo por sua biografia:

Gabriel García Márquez, também conhecido por Gabo, filho de Eligio Garcia e de Luiza Santiaga Márquez Iguaran, que tiveram onze filhos.Tinham uma pequena farmácia homeopática. E seu avô materno Nicolás Marquez, que era um veterano da Guerra dos Mil Dias, cujas histórias encantavam o menino, e sua avó materna Tranquilina Iguarán exerceram forte influência nas histórias do autor.

Reconheceu a história?

Comecei a ler e já me deu vontade de chorar. Sabe aquela sensação de estar voltando pra casa? É assim que me sinto quando leio Gabriel Garcia Marquez.